A vieira que chega na sua mesa tem uma história de 30 anos por trás.
O Projeto POMAR nasceu em 1994, criado pelo IED-BIG (Instituto de Ecodesenvolvimento da Baía da Ilha Grande) com apoio da Eletrobras Eletronuclear. Foi o primeiro programa de repovoamento de vieira nativa do Brasil — e até hoje um dos únicos dois laboratórios do país, o único no Rio de Janeiro, com reprodução da espécie em escala.
A LaMar nasceu nessa mesma baía. Trabalhamos com maricultores que aprenderam o ofício dentro dessa história — por isso, quando vendemos uma vieira, estamos vendendo também 30 anos de ciência e cuidado com a Baía da Ilha Grande.
Em três décadas, o POMAR já produziu 80 milhões de sementes de vieira, das quais 6 milhões foram direto para repovoamento marinho — sem passar pela produção. É trabalho que ajuda a manter a vieira nativa cada vez mais longe da lista de espécies ameaçadas.
A partir de 2018, ciclos de alta mortalidade atingiram as fazendas marinhas da região. O IED-BIG investigou as causas em parceria com a UFRJ, a UFRRJ e a FIPERJ — e, como resposta, ajudou os maricultores a diversificar com o cultivo da ostra gigas, garantindo renda às famílias enquanto a pesquisa sobre a vieira continua.
Hoje o projeto também olha para frente: o Pomartrack, uma plataforma de rastreabilidade pra maricultores da baía, e o Sentinelas, um programa de biomonitoramento das águas usando vieiras como bioindicadoras.
Comprar uma vieira da LaMar é apoiar essa baía a continuar viva.
#VidaAoMar
